Day Spa Beleza Natural | Day Spa Executivo | Day Spa Te Quero Bem | Day Spa Ternura |
Day Spa Happy Hour | Day Spa Relaxante | História dos Spas

História e origem dos Spas e banhos como terapia

Para economizar água e evitar incêndios, boa parte dos habitantes do Japão antigo era adepta
dos banhos públicos que, no início, eram uma espécie de sauna.

O misogi, ato de purificar o corpo, era indispensável em cerimônias religiosas. Ainda nos dias
de hoje, as pessoas têm o costume de enxaguarem a boca e lavarem as mãos antes de fazerem
visitas aos santuários xintoístas.

A história do efeito benéfico de águas termais e o conceito SPA remontam à Grécia Antiga e à
cultura romana. Quando os romanos conquistaram a Europa, trouxeram com eles os
conhecimentos dos efeitos positivos das águas termais e procuraram-nas em todo o lado.
Cidades com fontes quentes tornaram-se destinos populares. Os designados Dia Spa foram
construídos nestas fontes quentes.

O termo SPA teve origem em uma cidade na Bélgica com o mesmo nome. Há muito tempo atrás,
vários hotéis daquela região passaram a oferecer, além da hospedagem normal, serviços de
tratamento de saúde e controle alimentar. Com a expansão desse tipo de negócio pelo mundo,
esses estabelecimentos diferenciados ficaram conhecidos também como SPA.

Os Day Spas vêm se tornando uma mania no Brasil. Dizem que o banho com pétalas de flores são
muito procurados para fins terapêuticos e qualquer pessoa se sente leve de corpo e alma depois
de um banho destes. Boa parte desses banhos são ministrados em ofurôs. Inicialmente chamados
de ishiburo ou iwaburo, os ofurôs eram um tipo rudimentar de sauna.

Utilizava-se uma concavidade natural, ou buracos escavados nas montanhas de pedras, onde eram
queimadas folhas secas de shida, mais conhecida como samambaia, ou de pinheiro para aquecer
o lugar. Depois, as cinzas eram retiradas e colocava-se no local uma esteira sobre a qual jogavam
a água do mar para criar vapor. Dizem que esse processo é peculiar no Japão, praticado em regiões
litorâneas somente no verão.

Os homens tinham o costume de banharem-se usando fundoshi, faixa utilizada como roupa íntima,
e as mulheres, koshimaki, roupas íntimas, compartilhando o mesmo espaço. Mais tarde surgiu o
chamado kamaburô, um grande caldeirão onde se queimavam folhas frescas seguindo o mesmo
processo do iwaburo. Foi a partir da Era Edo que passou a ser utilizada a atual forma de banho de
imersão com água quente em abundância.

O Grande Edo, atual Tóquio, do século XVII era uma grande metrópole com 1 milhão de habitantes.
Lá, o banho público era muito utilizado por várias razões: à exceção da classe dos nobres e dos
daimiôs (senhores feudais), as demais famílias eram proibidas de ter o banho em suas próprias
casas, por medida de controle de água e prevenção de incêndios.

O banho público era uma espécie de sauna, mas não conseguia atender um grande número de
pessoas simultaneamente. Assim, passou-se a utilizar o nível de 30 cm de água quente para o
aquecimento a partir dos pés e, depois, banheiras cheias de água quente. Supõe-se que essa
adaptação foi, em parte, influenciada pelo costume de banhar-se nas termas de todas as
regiões japonesas.

Hoje, os banhos terapêuticos e de relaxamento já são parte dos serviços oferecidos aos clientes, nos
melhores spas e clínicas de estética do Brasil e do mundo.

Loja Virtual
rodape
by Guest